» indexaboutmessagelinks
<$BlogDateHeaderDate$>, <$BlogItemDateTime$> >(comment)

<$BlogItemBody$>


« previous
next »
-->
Mostrando postagens com marcador calmaria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador calmaria. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de outubro de 2010

Cada detalhe de você.

É o jeito que ele me olha, o modo como sorri pra mim, o jeito como ele me toca que faz meu coração parar de bater e de repente voltar com força total. É o carinho imensurável que ele me dá, a atenção que ele tem comigo. São as palavras que ele diz, é o sorriso que ele tem quando está comigo, é o riso dominador que me faz ficar zonza. É o modo como os olhos dele piscam, o cheiro que tem a roupa dele misturado com fumo, o modo como a boca dele se mexe grudada com a minha; é o desenho perfeito dos lábios dele, a tonalidade esverdeada dos olhos, a barba no rosto dele, o cabelo bagunçado. São as seis tatuagens no corpo dele, e o um metro e noventa de palhaçada. É a força física de me tirar do chão, e a força psicológica de me de prender ao chão. É a habilidade, tática ou sei lá de saber as horas só de olhar pro chão e pro céu, são as mãos quadradas exageradamente grandes, os dentes afiados como de um vampiro. É a fome desumana que ele sente, os pêlos da barriga dele e os ossinhos do quadril. É a saudade do que ele já perdeu. É o instinto protetor que ele têm. É a confiança que ele me dá, a segurança que ele me passa. É o amor que só ele saber dar. É a voz mutável e rouca dele. É o alargador na orelha e os sonhos de carros. É o nosso Miguel e nossa Manuella. É a calça preta que ele não tira. São as coisas que só a gente entende. São as marcas que ele deixa no meu corpo. É o colo dele que eu adoro cochilar. É o marlboro que ele não vive sem. São as músicas que ele canta pra mim. É a adaga que ele quer tatuar no braço esquerdo, junto ao yin yang que já tem. É o arrepio que a voz dele me causa. É o vazio que me dá te-lo longe e o efeito mais forte que LSD que tem o beijo dele em mim. É o arrepio que ele sente na barriga e na virilha. E as cócegas debaixo dos braços. É cada pedaço disso que me faz amá-lo com todas as forças que eu posso ter!

domingo, 18 de julho de 2010

Treze de Julho de 2010, a abracei novamente. Eu quis chorar, mas me contive, eu não queria largar.. Mas tínhamos muito a fazer. Muitos roles a dar, muitas coisas a procurar. E pois é, tudo o que é bom dura o tempo suficiente para se tornar inesquecivel.
Abraça-la novamente após quatro meses foi a coisa mais linda e emocionante. Te-la todos os dias do meu lado, me fazendo rir, me ouvindo falar, me vendo brigar. Vê-la dormindo e não acreditar em como tudo isso aconteceu, em como fomos nos tornar irmãs. Te-la me acompanhando dia após dia ao lado de quem simplesmente dominou meu coração.
Andamos, cansamos, brincamos, sorrimos, bebemos e cantamos. Nos molhamos, tiramos fotos, vimos o Supla. Foi, sem duvida a melhor semana. Dezesseis de Julho de 2010.. Como se despedir da sua irmã, de uma das coisas que mais se ama? Doeu, doeu bem no fundo o abraço de despedida, lágrimas rolaram pelo meu rosto, mas ao me lembrar de tudo, ao me recordar de cada detalhe daquela semana incrível, eu sorri, sozinha. Eu olhava a chuva cair, tinha um cigarro entre meus dedos, eu lembrava do rosto dela, eu lembrava do rosto dele. Eu lembrava dos abraços, das piadas, das risadas. Por mim, aquilo não haveria acabado nunca e, se pensarmos bem, não acabou.. Eu, Leticia e Danilo temos muito ainda para viver, muito ainda para realizar.. E essa semana só concretizou a minha certeza de que eu preciso de vocês.. De que respiro para respirarem, de que sorriu ao ver vocês sorrirem e acima de tudo e qualquer coisa, acima de qualquer um, eu amo vocês, e amo cada parte dessa união que acabamos de criar. Obrigada por estarem comigo em todos os momentos, obrigada por serem quem vocês são, obrigada por me fazerem capaz de gritar para todo o mundo o quanto eu amo vocês.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ele preso. Ele morto. Fim do mundo? to nem ai!

O pior é como reajo a noticias ruins, realmente parece que estou nem aí. Fico fria, a única coisa que digo é um: AH... Nada mais.
Enquanto meu interior ferve em sentimentos e dor, meu semblante transmite paz e calmaria.
Mascaras! Eu adoro me mascarar!