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terça-feira, 19 de julho de 2011

 Desde pequeno vi o Tarzan andar pelado. Cinderela chegava meia noite. Pinocchio mentia. Aladim era ladrão. Batman dirigia a 320km/h. Branca de Neve morava com 7 homens. Popeye fumava grama e era todo tatuado. PacMan corria numa sala escura com música eletrônica comendo pílulas que o deixavam acelerado.

Agora, me digam, como querem que me comporte? 
É tudo culpa da infância! 







créditos: desconhecido do facebook  haha

sábado, 16 de julho de 2011

Diálogo inútil.

- Coisa do capeta essas suas unhas pretas e esses berros no seu fone de ouvido menina!
- Vó, é metal. Olha essa musica aqui, é mais calminha... Rock das antigas, Kurt Cobain, grunge!
(tocando lithium)
- Nossa, parece que ele tá morrendo!
- Ai, vou pra galeria do rock.. Tchau!
- Nossa, no centro? Lá só tem briga!

Irmão aparece, com camiseta da okley, ouvindo pagode.
- Ah, isso é bonitinho...
- Vó, dor de corno. E não fala nada com nada!
- Melhor do que essa revolta
- Caramba, não é revolta... É estilo de vida, é expressão, liberdade de;
- Vai pra igreja, menina.
- Não acredito nisso.
- O vó, você que assiste muito datena e tal, me fala... Quando você viu apreensão de droga, briga, morte em show de rock?
- Ah, nunca.
- E em pagode? Baile funk? E mesmo em igreja?
- Ontem.. Teve apreensão de drogas em show de pagodeiro e tal..
- É?
- É.
- Então.. tem certeza que meu rock, meus idólos e a liberdade de expressão e estilo da gente é coisa do capeta?
silêncio.
- Do capeta é isso aí, essa hipocrisia dentro da igreja, essa apologia á pedofilia e a traição do funk, e esse ensino a não te amor próprio do pagode. Isso sim é do capeta.
Tô indo pra galeria, ouvir meu Nirvana e comprar CD's. Tchau!


Alguém me explica porque tem tanto preconceito ao rock?



LONG LIVE ROCK N' ROLL!
15/07/2011 22:37
E como fazer então? Ela me têm, quando precisa. No dinheiro, no amor, do carinho, na ajuda... Sempre. Todos os dias. E a outra... Não tem, para nada. Para absolutamente nada. Dela apenas escuta xingos, dela apenas escutas gritos e até mesmo ameaças... E de mim? É apenas carência, amor, sonho, ajuda. E eu não cobro dela nada. Não peço nada em troca, mas, ela poderia pensar, poderia tentar me compreender. Tentar permitir que eu não me destrua por dentro. Tentar se permitir de entender o que eu fui, o que eu sou, e quais são as possibilidades de me tornar pior do que isso aí tudo.
Talvez seja pedir demais compreensão, como talvez não seja difícil demais retribuir.
Depois das asas que abri mão por ela, depois dos sorrisos que perdi por ela, depois das roupas que troquei por ela, das mentiras que contei por ela, do ódio que criei por proteção a ela. A outra vem de manso, com interesse escrito no rosto, percebido na fala, transparente no olhar... E eu fico de lado. Largada no meio da estrada escura. Na noite de chuva. Recebo olhar de indiferença quando apresento as notas perfeitas, em quanto à outra, recebe pena pela sem vergonhisse de ter notas sujas, de zero a meio e ainda por cima ganha um sorriso de pergunta sobre ajuda.
E eu? Alô! Será que alguém tá a fim de me enxergar? Mãe, caramba. Fui eu que te dei apoio, amor, carinho. Fui eu. Ei, a outra é ruim. Lembra?
A ajuda pra ela é um tapa na cara pra acordar, mas e a minha? Que eu nem mesma sei, e a minha ajuda que é física, psicológica e emocional. Que se não vier... Pode me levar a um caixão, ou talvez a outro coma alcoólico. E a minha? Que se não vier vai me deixar sem coração pra sempre.
Ela não te dá nada além de desgosto, mas não é ela quem escuta isso todo dia. Sou eu, da sua boca, depois de arrumar toda a sua casa, fazer a comida, e te mostrar meus oitos, nove e dez de notas. Sou eu quem ganho a indiferença, depois de não dormir pensando em como te ajudar a pagar aquela conta, depois e mandar meu próprio pai tomar no cú porque você tá chorando por ele. É ela que ganha o cobertor no meio da noite, o leite quente na cama, e o filha todo dia. Eu? É Barbara daqui, Barbara dali. Não tem cobertor e nem leite quente... E não, não é porque ela é mais nova... Porque ela também não é criança, não mais também. É por algum motivo dentro do coração de mãe, que parece querer impressionar a outra, que sempre a humilhou. É por algum motivo inútil e desconhecido, que não deveria existir. Não, ele não deveria existir. 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Nada. Ninguém. Nada. Frio. Medo. Dor. Saudade. Nada. Solidão.

Porque? Eu quero a resposta. Porque isso tudo tá voltando? Porque as coisas estão erradas de novo? Porque parece que ninguém se importa, de novo? Até o inferno do torpor voltou. Eu não quero vozes de novo. Eu não quero pesadelos de novo.
Porque nada tá completando? Porque nada tá fazendo sentido? O que tá acontecendo comigo de novo? Porque essa merda tá acontecendo?
Porque as garrafas estão voltando a ser tão atraentes?
E as pessoas na rua assustadoras?
Porque fumei dois maços num dia só? Porque eu to chorando desenfreadamente? Porque eu to com insonia de novo? Porque é uma e trinta e quatro da manhã e eu to aqui ainda? Porque to escrevendo no desespero de novo? Porque? Porque to sentindo o cheiro daquelas arvores? Porque to com vontade de beber licor com conhaque? Porque tem um buraco no meu peito? Porque parece que vou desmontar de novo? Porque to tão dependente do meu namorado? Porque to com tanto medo de ficar sem ele? Porque to desconfiando de tudo e de todos? Porque to com saudade do que já foi? Porque to com vontade de me jogar de algum lugar? Porque to perdendo o medo do escuro de novo? Porque to paralisando? Porque... tudo isso... tá acontecendo... de novo?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

7.4.9


Nós sempre fomos como o sol e a lua, a dama e o vagabundo, a bela e a fera, a humana e o vampiro, o pobre e a rica, o preto e o branco... Romeu e Julieta.


Proibidos. Diferentes - e dependentes um do outro.

domingo, 10 de julho de 2011



Eu quero pular de um precipício, sentir o vento no meu rosto, chegar ao ponto final e poder olhar para trás... Quero ver quem vai chorar e quem vai sorrir, quem vai dizer - ela tinha problema - e quem vai ir atrás, porque não sabe viver sem mim. Quero pular do mais alto, e do lugar mais escuro, com fones de ouvido tocando Let You Down, do p.o.d e com um vestido soltinho, e preto. Quero ver quem realmente se importa, que ver quem realmente me ama. Porque eu preciso de provas. Preciso saber quem alguém me ama.





E eu simplesmente não acredito mais em ninguém - pelo amor de sei lá quem, deixe-me ser salva. 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Sentir-se amado 

O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama. 

Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado. 

Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se. 

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também? 

Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois. 

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho". 

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato." 

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta. 

Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.



(Martha Medeiros)


Ainda assim, posso afirmar... Sinto-me amada. Completamente amada. E você, sente-se amada?

sábado, 25 de junho de 2011

Todo mundo nasce cem por cento em paz e no fim ninguém sabe quantos por cento vai restar dessa paz.



Jennifer T.







sexta-feira, 24 de junho de 2011

leia ouvindo:   

Por tantas vezes isso aconteceu, por tantas vezes não consegui me concentrar, nem pensar... Mas agora está mais forte. Cada dia mais forte.
Eu olho em volta e vejo que sou a mesma de dois anos atrás. Eu olho pro céu e vejo aqueles olhos azuis, eu deito na minha cama e escuto a mesma voz na minha cabeça. Ouço o barulho da mesma moto. E não consigo sorrir, mas nem chorar. Eu apenas posso fingir!
E me encontro nesse nada... Mais uma vez. Dois anos. E continuo nesse nada. E ninguém sabe o que tá passando aqui dentro da minha cabeça. Ninguém sabe dos arrepios do meu corpo. E das noites mal dormidas desde o começo desse mês. Maldito mês!
As lembranças que me invadem. O nada que me invade. E a falta de capacidade de cuidar de quem me ama. De prestar atenção no que acontece a minha volta. A falta de capacidade de me arranjar. De dar um jeito no que acontece comigo. O bloqueio, o mesmo de sempre... E eu não quero, e nem vou dividir isso com ninguém, é um nada meu, apenas meu. E quando virar dor, sera apenas a minha dor. Como é desde o ocorrido. Como sempre foi. Não quero conselhos. Não quero estimas. Quero apenas o escuro da noite, o maço, e o buraco. Como sempre. As garrafas voltam a me atrair, e as loucuras voltam a me satisfazer. A paciência se perde. E a vontade cagar na vida volta. O fingimento. Os olhos fundos. O vazio deles. Tudo. Como sempre. E não quero dividir. Mas também não quero abandonar ninguém. Só quero um tempo. Isso passa. Em julho já passa. Só quero um tempo. Você, amor, sabe que é assim sempre. E acostuma, eu não vou mudar isso, você não vai mudar isso... Ninguém vai, porque já mudaram demais, já foderam demais então chega de mudanças. Sem preocupação. Sem carinho. Sem amor. Só um tempo. Prometo voltar a deixar me cuidar e me amar. Mas agora eu não quero. Me perdoa qualquer coisa. Mas entende. Não vou te deixar. Não vou terminar. Não vou fazer nada. E isso mesmo é o que eu quero, o nada. Meu querido nada. Deixa como está. Não muda. Eu não aguento mais mudanças. Quero que isso continue pra sempre. Não, não é masoquismo. É só um modo de fuga, um modo de saber que aquilo foi real. Deixa assim, e me desculpa.
E o medo não aparece. O perigo se torna prazeroso e os gritos também. A arrogância. A grosseria. Tudo. De novo. Como a dois anos atrás. Como dois anos mais pra frente.


Ninguém sabe o que acontece dentro da sua cabeça
Tudo parece estar correndo bem
Você é o mesmo de sempre
Eu não quero te abandonar
Mas eu não consigo nem me arranjar
Quando esse quarto cheio de gente ficou tão vazio?
E todo mundo fica olhando pra mim
Estou cansado, de fingir minha vida
Você quer mais, você quer muito mais.

P.O.D - Let you down

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Já fiz isso outras vezes, mas ainda não aprendia a esperar... Não sei como não deixar isso terminar. Não aprendi a deixar de errar.
Talvez seja a ultima chance de poder ver seu rosto mais uma vez, eu não posso querer sair daqui.
Se você apenas pudesse me ver agora, eu me manteria na linha.
Se você apenas pudesse me ver agora, não me questionaria.
Se você apenas pudesse me ver agora, me manteria viva.
Minha alma, e tua alma... Ambas vazias.
Se você apenas pudesse me ver agora, tudo ficaria bem.
Minhas lágrimas correriam pelo rosto, e tuas mãos a limpariam.
Meu corpo não doeria, e meu coração se acalmaria.
Se você apenas pudesse me ver agora. Eu precisa apenas te ver agora.




Dois anos depois, e tudo ainda está. Sua falta ainda está aqui.
Now I know what it means to live for someone else, to give up yourself.


P.O.D - Thinking about forever.

sábado, 28 de maio de 2011

Você é apenas uma criança e é minha. E eu amo e cuido. Todos os dias. Para sempre. Meu amor!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Você foi dos amores que eu tive
O mais complicado e o mais simples pra mim.
Você foi o melhor dos meus erros
A mais estranha história que alguém já escreveu
E é por essas e outras que a minha saudade
Faz lembrar de tudo outra vez. (...)

Decidi te lembrar quantas vezes eu tenha vontade
Sem nada perder.
Você foi toda a felicidade
Você foi a maldade que só me fez bem
Você foi o melhor dos meus planos
E o pior dos enganos que eu pude fazer
Das lembranças que eu trago na vida
Você é a saudade que eu gosto de ter
Só assim sinto você bem perto de mim outra vez.


Ana Carolina - Outra vez.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Volta?

De novo, quase tres meses depois. Eu não suporto tua falta! Definitivamente, não suporto.
Eu tenho vontade de gritar, de sair correndo e falar que quero que se foda o que aconteceu, que eu aceito o que você fez, e reconheço como um erro, eu peço perdão por ter gritado e xingado. Mas volta pra mim, pelo amor do Rock, dos cigarros e da tequila! VOLTA!
Eu não consigo dormir, não consigo comer, não consigo sorrir... Porque eu to precisando do seu sorriso de novo, menina! Tô caindo de novo e precisando dos seus gritos pra me reerguer. Tô precisando de tudo!
Que droga! Que droga!
Eu prometi que não ia deixar nada separar a gente de novo, e olha o que fiz... Deixei! Isso foi errado, completamente errado, eu sei! Eu sei bem! Mas volta, por favor? Volta a sorrir pra mim, a me abraçar, a me deixar dizer pra ti que tudo vai ficar bem, a me deixar pegar na tua mão e gostar de todo mundo olhando. Deixa eu sentar do teu lado com uma garrafa de heineken na mão, um maço de marlboro na outra e a gente relembrar as merdas da vida... Deixa, por favor? Eu to precisando disso...
Eu tenho medo, dessa vez é medo mesmo... De passar por cima do orgulho e ouvir um foda-se de você, embora mereça isso... Não quero. Uma vez te perdoei, pode me perdoar também? Eu não suporto mais ficar longe de você. Eu não suporto mais sorrir sem ver teu sorriso de volta. Não suporto. Mais.
Lê isso aqui por favor, saiba que é pra ti e vem até mim, sorri e diz que ta tudo bem... Eu preciso saber que tá tudo bem, que vai ficar tudo bem!


Então, vamos rasgar as páginas de ontem
A morte é apenas um horizonte, eu estou pronto para meu sol .
 
 
 
ps: eu sei que tá sem sentido, mas você entende. Não é? Sempre me entendeu. 
ps²: eu te amo do mesmo jeito que te amava no dia que te prometi que não ia nunca mais te largar!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sem paciência nenhuma. Sem vontade nenhuma.
Uma (ou duas, ou tres..) doses de tequila e três maços de marlboro, por favor?
Relembrei. Senti. Toquei. Aos sonhos, ao vento, no tempo frio..Com todos os meus medos. Com todas as minhas dores, eu te vi. Durante nove dias, dentre meus sonhos... Como naquele tempo, tu lembras? Naquele tempo em que era você e somente você que tinha meus sonhos, minhas dores e meus sorrisos... Naquele tempo em que meu mundo era tão pequenino, tão conturbado... Mas era o meu mundo e ninguém tocava nele! Eu nunca deixei, não é mesmo? Eu lutei contra todos os terremotos e todas a chuvas devastadoras, eu fui aos poucos tirando todo o mal de dentro dele e transformei no melhor lugar para se viver... No meu lugar, perfeito, completo e inteiro. 
Você deve lembrar bem desse dia, tão bem quanto eu, quando aquele terremoto caiu sobre meu mundo... E não adiantou correr, chorar, gritar, tentar impedir... Destruiu. Dilacerou. E então, eu e você, perdemos nosso mundo, nosso lugar, nosso ponto de partida! Nos restou a saudade, o medo, a angustia e a escuridão e eu me vi parando de sonhar, parando de lembrar, esquecendo... Mas eu não quis, eu nunca quis, eu juro! Eu jamais quis esquecer, meu anjo, jamais quis!! 
Quando menos lembrava, quando não sabia mais onde tu estavas, com quem tu estavas, com tu estavas... Ouvi tua voz.. Ao longe, distante, mas num sussurro leve, dizendo meu nome... Como da última vez;

"Eu te amo, eu sempre vou te amar. Eu não vou, nunca, deixar de lembrar de nós e de como você me salvou" 

Aí meu  coração deu aquela apertada, aquela guinada de dor subiu e eu contei os dias... 1,2,3,4,5,6,7,8,9... nove dias vendo teus rosto nos meus sonhos de novo, sentindo teu cheiro, tocando teu rosto, tendo teu abraço. Senti saudade. To com saudade... E isso é terrivel, tu sabes bem... Isso me destrói, por dentro e por fora, me deixa com olheiras, me tira a fome, me tira o sono... Me des-tró-i! 

"Quando você sente saudade demais de uma pessoa, então começa a vê-la nas outras, em todos os lugares, de costas, por um jeito de andar, de sorrir ou virar a cabeça de lado." cfa-

E o medo que tá aqui no meu peito? Ninguém tá conseguindo tirar, então, por favor, vem tirar pra mim? Sabe, acho que é realmente falta do teu sorriso. E preocupação! Como você tá, anjo? O que andas fazendo? Com quem estas andando? 

"Essas perguntas nao tem respostas e eu me deito aqui, abraçada com o travesseiro, pra tentar imaginar, o que tu me dirias; fico no medo, na falta e na dor. Afogando lagrimas e desespero em meio ao sonhos que nos restaram. Ao mundo que nos restou!"
    
  

sábado, 30 de abril de 2011


Só há dois motivos para alguém se preocupar com você: Ou ela te ama muito. Ou você tem algo que ela queira muito.     Jack Sparrow

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Faltas.

E tu me faltas, como sempre. Em todos os dias. Me faltas teu jeito. Me faltas tua voz. Me falta tuas palavras. Me faltas cada pedacinho daquele paraíso em meio ao fogo que era nosso. Que nunca nada, nem ninguém conseguirá substituir.